Checks
Todo número desta tela vem derivado do servidor. Check de erro bloqueia a publicação.
Próximos passos
Matriz ACOMP — fontes do Sienge
Os valores desta tabela vêm exclusivamente dos três relatórios enviados: FC_Realizado, FC_Passivo e a base A Realizar do Sienge. O FC_A_Realizar completo, com modelos e preenchimentos do analista, fica em sua própria aba.
Resumo por correspondência
Totais assinados, calculados no servidor.
Lançamentos do Sienge
Editáveis: correspondência e valor final. Enter confirma, Esc cancela. Todo ajuste exige motivo.
—
| Classificação | Data | Conta | Plano de contas | Correspondência | Documento | Complemento | Origem | Valor final |
|---|
Ajustes
O lançamento do Sienge é imutável. Cada ajuste é um overlay por lançamento + campo, com motivo, autor e data.
FC_A_Realizar — composição e preenchimento mensal
Este fluxo não é um quarto arquivo para upload. Ele combina a base A Realizar do Sienge com vendas, estoque, obra, taxas, despesas e julgamentos preenchidos no sistema. A grade segue o Excel: uma linha por máscara e uma coluna por mês. Clique numa célula para lançar ou revisar — sempre com base. Todo input nasce rascunho; somente o aprovado entra no snapshot.
Estoque — espelho comercial por unidade
A aba Estoque do ACOMP dentro do sistema: uma linha por unidade, com status, valor e participação — dado que não existe no Sienge. Os agregados (VGV, unidades, R$/m²) são derivados das unidades aprovadas, nunca digitados. Unidade nasce rascunho e não publica; com qualquer rascunho no espelho os totais ficam pendentes. O valor por unidade é a base (data da viabilidade); a correção INCC é uma premissa da competência com o mesmo gate.
Premissas do futuro — obra, vendas e fluxo
É daqui que a projeção nasce. No ACOMP estas regras estão espalhadas entre as abas Construção e Reprog_Vendas e dentro das fórmulas da FC_A_Realizar — inclusive 90 constantes embutidas e 56 valores digitados por cima. Aqui cada uma é uma premissa com base (de onde veio), estado rascunho → aprovado e o mesmo gate do resto: só aprovada entra em número publicado. Mudar uma premissa aprovada a devolve a rascunho.
DRE gerencial — o acompanhamento econômico
Cada linha do plano de contas com o que já aconteceu, o que está contratado, o que se projeta e o total do empreendimento. A comparação com o fechamento anterior sai do snapshot publicado daquela competência — imutável, com run_id — em vez dos cerca de 40 números que o ACOMP recola à mão a cada mês. A correção pelo INCC usa a variação do mês e só entra se houver fator aprovado; sem ele, a comparação é nominal e diz que é.
Cockpit — indicadores e fluxo de caixa
As abas Cockpit e BD_Gráficos do ACOMP. Nenhum número entra por aqui: tudo é derivado da matriz, da projeção, dos modelos e do estoque — e cada tile diz de onde saiu. O fluxo mostra realizado e projetado no mesmo eixo, com o payback e o mês de maior exposição de caixa marcados.
Registros do analista — vendas, saldos e viabilidade
As três listas que o Sienge não tem: as vendas fechadas (aba Vendas), o saldo bancário do fechamento (aba POSIÇÃO DE SALDOS — fonte que o sistema não recebe, por isso digitada e datada) e o baseline da viabilidade (aba Viab.), que é como a DRE compara o empreendimento contra o estudo original. Mesmo gate: item nasce rascunho, só aprovado publica, e com qualquer rascunho os totais da seção ficam pendentes.
Plano de contas — o de-para que sustenta a matriz
Cada conta do Sienge e a linha da máscara ACOMP em que ela cai, com quantos lançamentos usaram cada uma nesta competência. É a função da aba Planilha1 do ACOMP (uma tabela dinâmica de apoio), aqui como consulta: o de-para de verdade é o arquivo versionado config/correspondencia.xlsx, e mudar uma linha à mão é um ajuste, que fica na aba ao lado com motivo e autor.
Permutantes — quem recebe em unidade, não em dinheiro
O pagamento ao permutante sai na MESMA conta do Sienge que a compra do terreno — pela conta, os dois são indistinguíveis. Quem separa é o beneficiário, que vem no Complemento do lançamento. Por isso a lista abaixo é a do próprio Sienge: o que falta é alguém dizer quem daqueles recebeu em unidade em vez de dinheiro. Mudança aqui vale na próxima importação — é o Sienge que é reclassificado, e o número em disco só muda quando ele passa de novo.
Identidade e datas do empreendimento
A aba CONFIG. do ACOMP: viabilidade, lançamento, obra, habite-se e as taxas. O valor desta tela não é guardar datas — é cruzá-las: o fim da obra tem de ser o último mês da curva física, o habite-se tem de ser o mês de desligamento das vendas, e a data da viabilidade tem de ser a data-base do INCC. No ACOMP essas três verdades vivem em abas diferentes, livres para discordar; aqui a divergência aparece com os dois valores lado a lado.
Cenários — Realista (R01) e Pessimista (R02)
Os dois cenários lado a lado, num relatório só. O realizado é o mesmo nos dois (é medido, não julgado): o que muda é o julgamento — no ACOMP do piloto, exatamente uma premissa (o Pessimista não reprecifica o estoque). O cenário publicado é o base; o outro existe para comparar antes de decidir.
Operação — CRI e Investidores
As abas CRI e Investidores do ACOMP: dois recortes da mesma projeção, para dois públicos. Quem estruturou a operação olha a carteira de recebíveis líquida da permuta e o caixa que cabe à SPE; quem investiu olha a receita de venda e a exposição de caixa mês a mês. Nada entra por aqui — se um número não existir na projeção ou no fluxo, a publicação é recusada.